Não é má-fé, é preguiça: existe uma conta com a folha de pagamento que decide se o imposto do serviço digital começa em 6% ou em 15,5%, e ela muda de resposta todo mês. O contador comum faz essa conta uma vez na vida, no dia em que abre o CNPJ. Cada mês que ela fica desatualizada é dinheiro seu saindo sem recibo, e ninguém te liga avisando.
É o mesmo diagnóstico que a DCS cobra R$ 1.000 pra fazer em empresa de outros setores, aplicado de graça ao seu caso. Você sai da conversa sabendo exatamente quanto paga hoje, quanto deveria pagar e qual o caminho pra chegar lá, com número em real, não com promessa.
Quanto você paga hoje recebendo do jeito atual e quanto pagaria na estrutura certa, com cada fonte de receita na regra dela, lado a lado.
Notas, contratos de publi e recebimentos de plataforma revisados, o que está caindo na pessoa física mapeado, e a conta da tabela de imposto refeita.
Se fizer sentido trocar, a DCS conduz tudo: inclusive a conversa técnica e a papelada com a contabilidade atual. Você não para de emitir nota um dia sequer.
O problema quase nunca é a Receita: é o contador que trata agência e infoproduto como se fosse loja de bairro. O dinheiro vaza em quatro pontos que ele nem sabe que existem, e você só descobre quando outro contador refaz a conta.
O imposto de agência e serviço digital pode começar em 15,5% ou em 6%. O que decide é uma conta entre folha e faturamento que muda todo mês, e que o contador comum fez no dia em que abriu seu CNPJ e nunca mais. A cada R$ 100 mil faturados do lado errado, R$ 9,5 mil saem sem necessidade, e ninguém te avisa.
Co-produção dividida errado faz o produtor pagar imposto sobre o bolo inteiro e cada parceiro pagar de novo sobre a parte dele. E quem intermedia venda emitindo nota do valor cheio paga imposto sobre o repasse do fornecedor, um dinheiro que nunca foi seu. Nos dois casos a nota certa corta a conta pela metade ou mais.
Publi, AdSense e assinatura recebidos na pessoa física pagam a maior tabela do país: R$ 30 mil por mês no CPF entregam uns R$ 7,3 mil pro leão. A mesma receita, na empresa certa, começa em R$ 1,8 mil. São R$ 66 mil por ano decididos só pelo jeito como o pix chega.
Serviço prestado pra fora do Brasil, do YouTube ao cliente gringo de site e tráfego, é exportação, e exportação não paga uma parte dos impostos que o serviço nacional paga. Quem recebe em dólar pela estrutura errada entrega uns 5% a mais de cada remessa pra impostos que nem eram devidos.
Empresa, atividade e nota montadas pra cada fonte de receita pagar imposto na regra barata dela.
A conta da folha que decide entre 6% e 15,5% refeita mês a mês, e o pró-labore calibrado pra ela fechar do lado barato.
Recebimento do exterior estruturado como exportação, sem pagar os impostos que a exportação não deve.
Três mudanças estão correndo agora. Quem estrutura em 2026 escolhe as regras com que joga; quem esperar vai apagar incêndio com juros.
O que gateway, marketplace e plataforma te pagam chega hoje do outro lado do balcão: a Receita cruza esses repasses com o que você declara. Quem recebe publi e venda no CPF, ou mistura conta pessoal com a do negócio, aparece nesse cruzamento com nome e valor, e a cobrança vem com multa e juros dos últimos 5 anos.
Os impostos novos chegam em 2027 sem redutor nenhum pra serviço digital: agência, criador e infoproduto pagam a régua cheia. O desenho da sua empresa antes da virada decide o tamanho da conta depois dela, e redesenhar no meio da transição custa caro.
A regra que decide entre 6% e 15,5% depende da proporção entre folha e faturamento, recalculada mês a mês. Se o seu contador não souber responder de cabeça qual foi o resultado da SUA conta neste mês, ela não está sendo feita, e cada mês sem resposta tem custado até 9,5% do que você fatura.
Agência, infoprodutor e criador pagam imposto de formas diferentes e são abandonados pelo contador comum em pontos diferentes. O trabalho da DCS é específico pra cada um.
Tráfego, social, sites, design: quem fatura serviço com equipe.
Curso, mentoria, comunidade: quem vende conhecimento em escala.
Publi, AdSense, loja e dropship: quem recebe de plataforma.
A DCS nasceu de dois contadores formados na Universidade de Brasília e atende hoje mais de 200 clientes no Brasil inteiro, e fora dele também: tem cliente da casa morando no exterior, recebendo em dólar com a contabilidade em dia. Agência, criador, e-commerce e software house dividem a mesma carteira. Perícia contábil é serviço da casa: o mesmo olhar que o Judiciário contrata pra dizer se uma contabilidade está certa é o olhar que revisa a sua, todo mês.
E o atendimento é o oposto do que o mercado de contabilidade online normalizou: aqui quem responde é contador, no WhatsApp, chamando você pelo nome.
Atendimento direto no WhatsApp, com contador de verdade do outro lado. Nada de robô, nada de protocolo, nada de fila de chamado.
8 anos de mercado contábil, 5 deles em contabilidade de seguradoras, um dos setores mais regulados do país. Especialista em implementação de normas contábeis pra empresas de todo porte.
Mais de 10 anos de experiência, com passagem pelo setor financeiro do Itamaraty. Como perito, avalia se a contabilidade dos outros está correta. A sua passa pelo mesmo crivo.
“A agência tava no 15,5% fazia dois anos porque ninguém refazia a conta da folha. Eles refizeram no primeiro mês e caiu pra 6%. É literalmente a margem de um funcionário voltando pro caixa.”
“Metade dos meus clientes é de fora e eu pagava imposto igualzinho ao de cliente daqui. A DCS estruturou como exportação e a diferença em cada fatura em dólar é visível.”
“Eu emitia nota do valor cheio do produto, achando que era assim. Tava pagando imposto sobre o dinheiro do fornecedor. Arrumaram a nota pra minha margem e o imposto caiu pela metade, no papel e na lei.”
“Fechamos contrato com uma multinacional e a auditoria deles pediu certidão de tudo. Estava tudo em dia sem a gente pedir. Foi a primeira vez que a contabilidade fechou um negócio pra gente, em vez de atrasar.”
“Eu recebia publi no pix da minha conta normal, tipo todo mundo. Quando a DCS fez a conta do quanto eu tinha pago a mais no ano, passei mal. Montaram a empresa, hoje cai tudo certinho e sobra dinheiro de verdade.”
“Meu MEI estourou e eu fiquei meses adiando por medo da burocracia. Resolveram tudo sem multa e sem eu pisar em lugar nenhum. E o AdSense, que vem de fora, hoje entra pagando menos imposto que antes.”
Em uma pergunta: qual foi a conta entre folha e faturamento deste mês? Se a resposta demorar, ela não está sendo feita, e essa conta é a diferença entre pagar a partir de 6% ou 15,5%. A análise gratuita da DCS refaz o cálculo dos seus últimos meses e te mostra, em reais, quanto ficou na mesa.
Dá, e quanto antes melhor: a estrutura nova vale daqui pra frente, e o passado é avaliado caso a caso, muitas vezes com formas de regularizar pagando bem menos do que a Receita cobraria se achasse primeiro. A análise já mapeia os dois lados: o quanto você economiza daqui em diante e o tamanho real do risco pra trás.
Recebimento do exterior por serviço é exportação, e exportação não paga uma parte dos impostos do serviço nacional. Com a empresa e o câmbio estruturados do jeito certo, cada remessa entra pagando só o que a lei manda, com papel que sustenta isso em fiscalização.
Agora é migrar direito, e rápido: MEI estourado que continua emitindo vira cobrança retroativa com juros. A migração pra empresa certa preserva seu CNPJ, escolhe a tabela barata e resolve o passado antes que ele vire notificação.
Não deveria: cada um paga sobre a própria fatia, e é o desenho da operação nas plataformas que garante isso. Feito errado, o produtor paga sobre o bolo inteiro e os parceiros pagam de novo sobre a parte deles, o mesmo dinheiro tributado duas vezes.
Depende do porte da operação: fontes de receita, folha, regime e estrutura societária. A análise gratuita já sai com a proposta exata em cima do seu caso, sem tabela genérica e sem surpresa no segundo mês.